Jonas Oliveira
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Facilmente o melhor Battlefield após o 4. Pontos fortes: Construçao do game é muito boa, no geral. Armas equilibradas, nada completamente "Laser" como no COD. Qualidade sonora fora do comum, até para o padrao BF. Quem tiver fones Hi-Fi, por favor, USE ESTA CARALHA. Tem momentos que eu me assustava quando começavam a detonar o cenario etc. É muito, muito bom. Outro ponto é o sistema de armamento ser muito intuitivo. Nada de exagerado e, na real, muito interessante. Mapas muito bem construidos. Otimizaçao do jogo muito boa. Campanha digna de um BF, nada mais e nada menos. Senti falta apenas de um HUD mais interativo e uma tela inicial menos generica. Esse padrao que adotaram, sinceramente, fica muito desgastante. Modelos "Cascata" sao mais faceis de leitura e mais caprichados, no geral. Se fosse pra dar uma nota, seria 10. O que falta/bugs do jogo nao incomodam em nada. Na verdade, é o Battlefield menos bugado que eu joguei em MUITO tempo. E novamente, serio, Battlefield sempre me encanta quando o assunto é desempenho. Estou jogando na minha 4050 a 110+ fps, com o que dá (Até atingir o max da GPU). O jogo tá lindo, desde os cenarios, os efeitos, tudo. As "Marcas" que eu deixo no chao sao muito legais. Sao detalhes pequenos, porém que fazem a diferença.
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Daniel Walker
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sistema de VAC porco
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Matheus Santos
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Para quem gosta de visual novel e jogos nesse estilo é um ótimo jogo. A decisão de lançar os episodios periodicamente é uma decisão diferente e estranha, mas deve ter um porque. Joguei 2 episodios, valeu cada centavo.
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Gabriel Pace
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Um retorno espetacular às origens da guerra total??? A intensidade do campo de batalha é avassaladora, com um design de som que te coloca no centro do caos, onde cada explosão e cada bala passando perto te fazem sentir a pressão do combate. Visualmente, o jogo é um espetáculo, com mapas gigantescos ou bem trabalhado e cheios de detalhes com uma destruição de cenário que não é apenas um efeito bonito, mas uma ferramenta tática. Aquele sentimento clássico de correr com seu esquadrão em direção a um objetivo, enquanto tanques trocam tiros e jatos rasgam o céu, está de volta e mais forte do que nunca. A jogabilidade do multiplayer é, sem dúvida, o coração do jogo e onde ele realmente brilha. O retorno a um sistema de classes mais definido foi a decisão certa, trazendo de volta a necessidade de cooperação e estratégia em equipe que andava perdida. Cada partida parece um quebra-cabeça tático, onde escolher entre ser um engenheiro para destruir um tanque inimigo ou um médico para reviver seus companheiros faz toda a diferença. Por outro lado, a campanha, apesar de ter momentos cinematográficos grandiosos, parece apressada e não consegue entregar uma história memorável, servindo mais como um tutorial glorificado para as mecânicas do que uma experiência marcante por si só... desperdício de tempo? No fim das contas, minha experiência com Battlefield 6 é extremamente positiva, focada quase que inteiramente em seu robusto modo multiplayer. Apesar da campanha ser um ponto fraco e descartável, a essência do que faz Battlefield ser especial está intacta e refinada. É um jogo que entende que a verdadeira diversão vem dos momentos não planejados: aquela vitória de virada em um mapa, a destruição de um prédio que muda o rumo da batalha, ou a coordenação perfeita com o esquadrão. Battlefield 6 é o sucessor que os fãs esperavam, uma base sólida que resgata o melhor da franquia e aponta para um futuro promissor.
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