conteudotizando
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Mediano, 1. gameplay padrão (tank e caça OP, ninguém quebra esses maldito; corre pula e atira; camper nos canto tryhardando objetivo) 2. mapas piores (menor comprimento e ângulos piores pra snipers, menos chokes e guaritas, e mais caminhos aleatórios escondidos pra tomar flank) 3. gráfico ok: texturas e animações tops, dlss entrega bem, mas a luz desse jogo me incomoda mto (n tem raytracing, é tudo mal iluminado com cara de luz de jogo de 10anos atrás, artisticamente é simples e sem graça) - a iluminação do bf5 é mto superior na minha opinião. 4. roda bem pelo que entrega (pcs mais vintage, podem não conseguir abrir o jogo - precisa de uns bang da placa mãe) 5. gameplay ok, boas armas, boa movimentação mais solta -parece até cod (faltou a roupa morcego do bf2042) 6. campanha ok, história não muito empolgante 7. armas e veículos bem padrões, boas opções de armas eu diria que vale a pena, principalmente pela hype global, mas pra quem não é fã igual eu e tá receoso de gastar os 300, eu diria que ele não é lá essas maravilhas e que 100 conto seria bem justo no tempo que eu pretendo gastar nele e no nível de satisfação que eu tenho tido nele.
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HORTYZ
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Como um jogador de longa data que viu a glória do CS:GO, é difícil não sentir uma profunda decepção com o que o CS2 se tornou. A transição para a nova versão, somada à decisão de torná-lo free-to-play, transformou o que era um dos melhores jogos de tiro tático em uma experiência frustrante e quase impossível de jogar. A Valve prometeu uma evolução, mas entregou um jogo que regrediu em um dos aspectos mais cruciais: a integridade da comunidade. O problema dos cheaters, que já existia no CS:GO, explodiu de forma assustadora no CS2. É impossível entrar em uma partida e ter a certeza de que a experiência será justa. A cada rodada, a sensação é de estar enfrentando um adversário que não joga limpo, com hacks de mira (aimbot), visão através de paredes (wallhack) e outras trapaças que tornam a jogabilidade uma piada. A Valve, que deveria estar protegendo a comunidade e punindo esses trapaceiros de forma rigorosa, parece ter abandonado o jogo. A impressão é que a prioridade não é mais a diversão e a competição, mas sim atrair novos jogadores (e consequentemente, mais vendas de caixas e skins), mesmo que isso signifique sacrificar a qualidade do jogo para os veteranos. Em resumo, o CS2 não é uma continuação digna do legado do CS:GO. O que era um jogo competitivo e desafiador se transformou em um playground para hackers. A Valve acabou com o jogo que muitos de nós passamos anos jogando e amando. A nostalgia do CS:GO fica, mas a esperança de ver o CS2 voltar a ser o que era se esvai a cada partida estragada por um trapaceiro.
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