ALANZOKA
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[h1]Levemente melhor[/h1] [i][b]Aviso:[/b] Opinião embasada 100% na experiência [u]offline[/u] jogadas em 10h de teste do [u]EA Play[/u], pois prezo pela minha saúde mental.[/i] A principal mudança positiva é a opção de escolher o modo de jogo entre: [b]competitivo[/b] e [b]autêntico[/b]. Essa mudança já está sendo solicitada há anos pela comunidade e finalmente a EA atendeu. A jogabilidade autêntica, recomendada para os modos offline, deu uma sobrevida ao jogo. Mais pesado, mais cadenciado e mais pensado. Realmente faz diferença, inclusive tive que reaprender a jogar FIFA nas dificuldades mais altas porque a jogabilidade ficou diferente e para melhor. Além da nova opção de jogabilidade, foram adicionados novos recursos no [b]modo carreira[/b] que deu uma boa renovada nesse modo. De resto, é o [b]mesmo FIFA velho de sempre[/b]. Os mesmos problemas, os mesmos bugs, os mesmos gráficos, os mesmos times, as mesmas aparências de certos jogadores desatualizados, etc. Esses problemas seguirão enquanto a EA não trocar a [b]engine[/b]. A [b]Frostbite[/b] é perfeita para jogos de ação, mas nunca funcionou bem em jogos de esporte. [b]A EA precisa criar uma engine pensada para jogos de esporte.[/b] [b]Conclusão:[/b] Para jogar offline, vale a pena dar uma conferida nas mudanças de gameplay. Mas recomendo que primeiro pegue as 10h de teste via EA Play antes de gastar R$ 300,00.
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ChaRaDa_31
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Recomendação: Sim, com lágrimas nos olhos. Eu sou um "veterano". Um sobrevivente das trincheiras digitais de Bad Company 2, um engenheiro que viu o sol nascer sobre o Caspian Border em Battlefield 3, um fuzileiro naval que dominou as ondas de Paracel Storm em Battlefield 4. Eu tinha desistido. Achei que aquele sentimento, aquele rugido visceral da guerra total, tinha morrido para sempre. Mas então, ele chegou. Battlefield 6. Quando o tanque explodiu ao meu lado e o prédio desmoronou com aquela fidelidade absurda, senti um arrepio. Não o arrepio do susto, mas o arrepio da memória. Foi como ser teletransportado de volta para a minha adolescência/início da vida adulta, com a adrenalina pura correndo nas veias, a promessa de caos épico e a camaradagem de um esquadrão que realmente funciona. Caros players mais velhos, escutem-me: Isto é para nós. O gunplay é perfeito, cirúrgico, satisfatório. Os mapas são vastos, abertos e permitem aquela verticalidade e destruição tática que transformam cada partida em uma história diferente. A escala, a imersão... está tudo aqui. Juro que, ao pilotar um jato e mergulhar sobre a bandeira inimiga em chamas, senti-me a criança que era quando liguei o primeiro Battlefield. É a felicidade bruta e sem filtro, a sensação de maravilha que há muito tempo a indústria tinha me roubado. Battlefield 6 não é apenas um jogo. É uma máquina do tempo. É a prova de que a glória não estava perdida, apenas adormecida. Se você, como eu, carregava no peito a saudade de um Battlefield que te fizesse sentir vivo, com a mira ajustada e o coração acelerado... compre. Eu não estou apenas recomendando um jogo. Estou recomendando que você resgate um pedaço da sua paixão. E vale cada centavo. Perfeito. É a única palavra.
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