PITÚ
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Sabem quando disseram “Esse jogo é o sucessor espiritual do BF3”, eles não estavam mentindo, inclusive eles trouxeram de volta o PIOR NETCODE DA HISTÓRIA da franquia. Jogo FPS tem 17 anos e sempre bati numa tecla básica: O principal elemento de um FPS MP é a consistência do netcode e seu registro de tiros, TTK e TTD. O jogo pode ser épico, se ele falha no seu “core” que é entregar uma experiência satisfatória de gunplay, ele falhou 110%. Esse é o caso de BF6, um jogo incrível, com o pior defeito que um FPS MP pode ter. Existem centenas de relato pela internet (fórum Steam, Reddit, Youtube, etc) de players afirmando que dão 30 tiros pra matar um inimigo e morrem com 3. O jogo é completamente inconsistente, o registro de tiros não é medíocre, é o chorume da mediocridade. Você morre atrás de covers o tempo todo, você atira primeiro no inimigo, ele vira e te mata com instakill, o jogo sofre de balas fantasmas, meu amigo, todos os problemas de netcode que um jogo pode ter, o BF6 tem. É incrível conseguir errar tão feio assim. É como se o jogo tivesse sido feitos por excelentes desenvolvedores e o netcode tivesse sido desenvolvido por seres unicelulares, com problemas de cognição e um alto deficit no coeficiente de inteligencia. Ao menos que mudem o netcode da água para o vinho, eu não recomendaria a compra do produto. P.s.: Lembrando que no BETA o jogo não estava com esse netcode podre e inaceitável.
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diogo
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Um retorno espetacular às origens da guerra total??? A intensidade do campo de batalha é avassaladora, com um design de som que te coloca no centro do caos, onde cada explosão e cada bala passando perto te fazem sentir a pressão do combate. Visualmente, o jogo é um espetáculo, com mapas gigantescos ou bem trabalhado e cheios de detalhes com uma destruição de cenário que não é apenas um efeito bonito, mas uma ferramenta tática. Aquele sentimento clássico de correr com seu esquadrão em direção a um objetivo, enquanto tanques trocam tiros e jatos rasgam o céu, está de volta e mais forte do que nunca. A jogabilidade do multiplayer é, sem dúvida, o coração do jogo e onde ele realmente brilha. O retorno a um sistema de classes mais definido foi a decisão certa, trazendo de volta a necessidade de cooperação e estratégia em equipe que andava perdida. Cada partida parece um quebra-cabeça tático, onde escolher entre ser um engenheiro para destruir um tanque inimigo ou um médico para reviver seus companheiros faz toda a diferença. Por outro lado, a campanha, apesar de ter momentos cinematográficos grandiosos, parece apressada e não consegue entregar uma história memorável, servindo mais como um tutorial glorificado para as mecânicas do que uma experiência marcante por si só... desperdício de tempo? No fim das contas, minha experiência com Battlefield 6 é extremamente positiva, focada quase que inteiramente em seu robusto modo multiplayer. Apesar da campanha ser um ponto fraco e descartável, a essência do que faz Battlefield ser especial está intacta e refinada. É um jogo que entende que a verdadeira diversão vem dos momentos não planejados: aquela vitória de virada em um mapa, a destruição de um prédio que muda o rumo da batalha, ou a coordenação perfeita com o esquadrão. Battlefield 6 é o sucessor que os fãs esperavam, uma base sólida que resgata o melhor da franquia e aponta para um futuro promissor.
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