TGN-QRA Kauãxt
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Primeiras impressões depois de horas de gameplay: Gráficos lindos, um dos mais bonitos dessa geração, tudo muito bem detalhado, desde texturas, modelos e iluminação, mostrando o que é next-gen de verdade. O nível de destruição está tão grande como nunca foi antes. Áudio design fenomenal, cada som do jogo é muito bem detalhado, desde os passos na corrida, dos tiros que muda a reverberação de acordo com o ambiente, seja ele fechado, aberto, o som se comporta de jeitos diferentes, tudo muito bem construído refletindo o que seria um caos no cenário de guerra. A otimização é uma aula de como se deve lançar um jogo, quando eu falei que os devs estavam sendo preguiçosos, aqui é totalmente ao contrário, o produto final é um tapa na cara da indústria atual, mostrando que é sim possível entregar um jogo muito bonito e bem otimizado. Pra mim esse jogo não tem cara nem de BF3 nem de BF4, ele reúne tudo de bom que já foi feita na franquia, puxando mais para o lado do Bad Company 2, onde os mapas não são extremamente grandes e nem pequenos. Quem quer que seja, fã de longa data, novos, e aqueles que eram fanboys de COD vão se dar muito bem aqui. Gráficos - 9.5 Áudio - 10 Gameplay - 9 Otimização - 9 Nota final: 9.3 de 10
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FORTLEV
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Como um jogador de longa data que viu a glória do CS:GO, é difícil não sentir uma profunda decepção com o que o CS2 se tornou. A transição para a nova versão, somada à decisão de torná-lo free-to-play, transformou o que era um dos melhores jogos de tiro tático em uma experiência frustrante e quase impossível de jogar. A Valve prometeu uma evolução, mas entregou um jogo que regrediu em um dos aspectos mais cruciais: a integridade da comunidade. O problema dos cheaters, que já existia no CS:GO, explodiu de forma assustadora no CS2. É impossível entrar em uma partida e ter a certeza de que a experiência será justa. A cada rodada, a sensação é de estar enfrentando um adversário que não joga limpo, com hacks de mira (aimbot), visão através de paredes (wallhack) e outras trapaças que tornam a jogabilidade uma piada. A Valve, que deveria estar protegendo a comunidade e punindo esses trapaceiros de forma rigorosa, parece ter abandonado o jogo. A impressão é que a prioridade não é mais a diversão e a competição, mas sim atrair novos jogadores (e consequentemente, mais vendas de caixas e skins), mesmo que isso signifique sacrificar a qualidade do jogo para os veteranos. Em resumo, o CS2 não é uma continuação digna do legado do CS:GO. O que era um jogo competitivo e desafiador se transformou em um playground para hackers. A Valve acabou com o jogo que muitos de nós passamos anos jogando e amando. A nostalgia do CS:GO fica, mas a esperança de ver o CS2 voltar a ser o que era se esvai a cada partida estragada por um trapaceiro.
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